domingo, 14 de fevereiro de 2016

Perfil: Running Wild



Formada em: 1976
Origem: Alemanha
Status: Ativa (1976 - 2009, 2011 - presente)
Estilo: Heavy Metal / Speed Metal
Álbuns Lançados: 15 de estúdio, 3 ao vivo.
Primeiro Nome: Granite Hearts
Membro(s) Constante(s): Rolf “Rock’n’Rolf” Kasparek

O Running Wild começou como uma banda “ocultista”, tratando de temas obscuros nos seus primeiros CDs, em músicas como Satan e Soldiers of Hell, porém, ao ver que isso não estava funcionando lá muito bem, decidiram dar uma reinventada e lançaram em 1987 o Under Jolly Roger, mudando um pouco seu estilo e inaugurando o que ia ser conhecido como Pirate Metal.

Um bom exemplo do "complexo do terceiro CD"

Porém, ao contrário das bandas de Pirate Metal atuais, o Running Wild não deixa a “gimmick” interferir na música, que é uma Heavy / Speed Metal tradicional, com letras tratando de assuntos variados. A temática pirata podia ser vista em algumas faixas dos CDs e no visual da banda,

Em sua melhor época (1987 - 1994), a banda lançou uma sequência de ótimos álbuns que os puseram no "mapa" do metal mundial: Under Jolly Roger, Port Royal, Death or Glory, Blazon Stone, Pile of Skulls e Black Hand Inn. e se tornaram um clássico do Heavy Metal, servindo como influência para várias bandas até hoje.

O Running Wild encerrou atividades em 2009, com um show no Wacken Open Air que foi gravado e lançado como CD/DVD. A banda, porém, voltou a ativa em 2012, contando apenas com Rolf Kasparek e o guitarrista Peter Jordan. Nesse ano ela lançou Shadowmaker, considerado por muitos um dos piores CDs da banda, tão artificial que é praticamente Rolf brincando com um MacBook. Porém, em 2013 lançaram o bom Resilient, que é o começo de um retorno a forma.

A formação da banda geralmente muda de CD para CD, com alguns membros sendo mais notáveis:
Rolf Kasparek: o líder da banda e compositor de quase todas as músicas.
Jens Becker: baixista nos melhores CDs da banda, responsáveis por faixas instrumentais ótimas (Final Gates e Highland Glory), onde o baixo é o instrumento principal.
“Angelo Sasso”: que é um nome dado para a drum machine usada na fase mais recente da banda. O líder da banda continua insistindo que Angelo é uma pessoa real, mas a piada pegou e o nome passou a ser usado para baterias eletrônicas em bandas underground alemãs.



Álbuns Destaque:

Port Royal
Port Royal (1988)
Pile of Skulls (1992)
  
Death or Glory (1989)

Músicas Destaque: 

Riding The Storm - Death or Glory:



Conquistadores - Port Royal:



Under Jolly Roger - Under Jolly Roger:



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