domingo, 28 de fevereiro de 2016

Perfil: Brocas Helm




Formada em: 1982
Origem: Estados Unidos
Status: ???? (Aparentemente ativa)
Estilo: Heavy Metal / Speed Metal / USPM
Álbuns Lançados: 3 de estúdio, 1 ao vivo.
Membro(s) Constante(s): Bobbie “Dark Rider” Wright, Jim “The Wizard” Schumacher, Jack Hays.

O Brocas Helm é uma banda peculiar. Foi formada em São Francisco, nos Estados Unidos, nos anos 80, como parte do pouco conhecido movimento USPM (United States Power Metal). Foi uma banda que nunca passou perto do mainstream. Se o mainstream fosse uma festa, eles não chegaram nem a tocar no convite.

O nome Brocas Helm veio (é claro) de um capacete medieval especifico, pertencente a uma tal de família Brocas, que nome,  que fica em exposição em algum museu de Londres. É um nome bom para uma banda com temas medievais, e é isso que eles fazem.

O som deles é um metal rápido, com um vocal grave distinto e uns trechos de baixo bem legais, cortesia do baixista “The Wizard”, que adota um estilo meio Lemmy Kilmister com atitude do Joey DeMaio.



A banda assinou um contrato brevemente com uma gravadora, mas devido a diversas discordâncias entre as duas, o acordo foi desfeito após um único álbum. Um dos problemas que ocasionou isso foi a capa do primeiro CD, Into Battle, que foi escolhida sem consentimento de nenhum dos integrantes, o que é no mínimo percebível, mas isso é assunto para outro post (fica o teaser)

Desde então, o Brocas Helm foi persistente em continuar sem gravadoras, lançando o seu segundo CD independentemente. Isso acabou resultando em uma pausa de cinco anos até lançarem um EP, e depois uma pausa de dez anos para o próximo CD.

Defender of the Crown, lançado em 2004, foi considerado o melhor álbum da banda, e ocasionou o maior momento de reconhecimento para eles, quando duas de suas músicas foram escolhidas para a trilha sonora do jogo Brutal Legend.

O status da banda atualmente é meio duvidoso, como puderam notar acima. Alguns sites dizem que eles separaram, outros que ainda estão na ativa. O site oficial da banda não existe mais, mas eles tem uma página do Facebook que praticamente não é usada.

Álbuns Destaque:

Defender of the Crown (2004)

Into Battle (1984)
Black Death (1988)



Músicas Destaque:

Cry of the Banshee - Defender of the Crown



Here to Rock - Into Battle



Ghost Story - Defender of the Crown


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Perfil: Alter Bridge



Formada em: 2004
Origem: Estados Unidos
Status: Ativa
Estilo: Heavy Metal / Alternative Metal
Álbuns Lançados: 4 de estúdio (5o em 2016), 2 ao vivo.
Primeiro Nome: Creed (quase)
Membro(s) Constante(s): Myles Kennedy (vocal e guitarra base), Mark Tremonti (guitarra solo), Brian Marshall (baixo), Scott Phillips (bateria)


Um dia, muito tempo atrás, existiu uma banda chamada Creed, que conseguiu fazer um grande sucesso no final dos anos 90. Eis que, em 2004, ela se separa por causa de tensões internas entre a banda e o vocalista Scott Stapp, que seguiu em carreira solo. Os outros membros resolvem continuar juntos e formar uma nova banda, sem seu vocalista estrelinha, e começam a  escrever material para um próximo CD. Por serem fãs de sua banda antiga e desconhecida, o The Mayfield Four, convidaram Myles Kennedy para ser o novo vocalista do que veio a se chamar Alter Bridge, e foi a melhor decisão que eles fizeram na vida.

Quem diria que uma banda com nome de ponte (fica na Alter Road, Detroit, perto da casa do Tremonti) daria certo? Mas foi justamente o que aconteceu. O estilo pesado porém melódico, com os vocais impecáveis de Myles e o instrumental excelente, rapidamente conquistou tanto fãs quanto críticos. O primeiro CD, One Day Remains, é o que se destaca menos, com todas as composições sendo do trio ex-Creed, mas apresenta bons hits, como Metalingus e Broken Wings.

Mas foi somente depois da primeira turnê que a banda realmente tomou forma, com a integração completa do vocalista, que começou a participar das composições, resultando na consagração estilística definitiva do conjunto. Todos os álbuns subsequentes, Blackbird, ABIII e Fortress, são consistentes e altamente aclamados. Além disso, a banda já recebeu algumas premiações: a música Ties That Bind foi considerada a quadragésima primeira melhor música da década pela revista Total Guitar, e a música Blackbird conseguiu a façanha de ganhar o melhor solo de guitarra de todos os tempos pela revista Guitarist.

Os membros da banda também apresentam outros projetos: Tremonti com sua carreira solo e Myles em sua parceria com o Slash, mas ainda assim se comprometem em reunir o Alter Bridge e continuar trazendo suas composições em estilo único.


Álbuns Destaque:

Fortress (2013)

Blackbird (2007)
ABIII (2010)


Músicas Destaque:

Ties That Bind - Blackbird:


Blackbird - Blackbird:


Still Remains - ABIII:


Cry of Achilles - Fortress:


domingo, 14 de fevereiro de 2016

Perfil: Running Wild



Formada em: 1976
Origem: Alemanha
Status: Ativa (1976 - 2009, 2011 - presente)
Estilo: Heavy Metal / Speed Metal
Álbuns Lançados: 15 de estúdio, 3 ao vivo.
Primeiro Nome: Granite Hearts
Membro(s) Constante(s): Rolf “Rock’n’Rolf” Kasparek

O Running Wild começou como uma banda “ocultista”, tratando de temas obscuros nos seus primeiros CDs, em músicas como Satan e Soldiers of Hell, porém, ao ver que isso não estava funcionando lá muito bem, decidiram dar uma reinventada e lançaram em 1987 o Under Jolly Roger, mudando um pouco seu estilo e inaugurando o que ia ser conhecido como Pirate Metal.

Um bom exemplo do "complexo do terceiro CD"

Porém, ao contrário das bandas de Pirate Metal atuais, o Running Wild não deixa a “gimmick” interferir na música, que é uma Heavy / Speed Metal tradicional, com letras tratando de assuntos variados. A temática pirata podia ser vista em algumas faixas dos CDs e no visual da banda,

Em sua melhor época (1987 - 1994), a banda lançou uma sequência de ótimos álbuns que os puseram no "mapa" do metal mundial: Under Jolly Roger, Port Royal, Death or Glory, Blazon Stone, Pile of Skulls e Black Hand Inn. e se tornaram um clássico do Heavy Metal, servindo como influência para várias bandas até hoje.

O Running Wild encerrou atividades em 2009, com um show no Wacken Open Air que foi gravado e lançado como CD/DVD. A banda, porém, voltou a ativa em 2012, contando apenas com Rolf Kasparek e o guitarrista Peter Jordan. Nesse ano ela lançou Shadowmaker, considerado por muitos um dos piores CDs da banda, tão artificial que é praticamente Rolf brincando com um MacBook. Porém, em 2013 lançaram o bom Resilient, que é o começo de um retorno a forma.

A formação da banda geralmente muda de CD para CD, com alguns membros sendo mais notáveis:
Rolf Kasparek: o líder da banda e compositor de quase todas as músicas.
Jens Becker: baixista nos melhores CDs da banda, responsáveis por faixas instrumentais ótimas (Final Gates e Highland Glory), onde o baixo é o instrumento principal.
“Angelo Sasso”: que é um nome dado para a drum machine usada na fase mais recente da banda. O líder da banda continua insistindo que Angelo é uma pessoa real, mas a piada pegou e o nome passou a ser usado para baterias eletrônicas em bandas underground alemãs.



Álbuns Destaque:

Port Royal
Port Royal (1988)
Pile of Skulls (1992)
  
Death or Glory (1989)

Músicas Destaque: 

Riding The Storm - Death or Glory:



Conquistadores - Port Royal:



Under Jolly Roger - Under Jolly Roger: